segunda-feira, 30 de julho de 2012

Molho de Iogurte (1)




Este molho é muito bom para acompanhar saladas de Verão!!! (Como, por exemplo, uma salada de alface, tomate-cereja, laranja, milho (de conserva) e azeitonas laminadas!)


Ingredientes:


4 iogurtes naturais
80 g de queijo ralado
colherese de sopa de azeite
1 colher de chá de salsa picada
1 colher de chá de cebolonho picado
1 colher de chá de orégãos
1 colher de chá de mostarda
sal q.b.
pimenta q.b.





Modo de preparação:


Numa tigela, misturar os iogurtes, a salsa, o cebolinho, os orégãos, a mostarda, o queijo ralado e o azeite.


Temperar com sal e pimenta e bater bem, até se obter um creme homogéneo.


Colocar no frigorífico até à hora de servir.



Servir (regando a salada com este molho) e... apreciar!!!



Receita do «Molho de Iogurte» tirada da receita «Salada colorida com molho de iogurte» da página 334 da revista «TELEculinária e doçaria» nº 1421, de 03.Julho.2006, do Chefe António Silva, no ?º Volume (do número ? ao ?)

domingo, 22 de julho de 2012

Tarte de Camarão




A primeira vez que comi esta «Tarte de Camarão» foi de uma feita pela minha cunhada Cristina, na Festa de Aniversário (deste ano) do meu irmão!


Era mu(uuuiii)ito... boa!!! 



 
Ingredientes:

Para a «massa»:


250 g de farinha de trigo
0,5 dl de azeite + 1 colher de sopa de azeite para untar
1 ovo
1 pitada de sal
um pouco de água



Para o recheio:

250 g de miolo de camarão
colheres de sopa de manteiga
1 dente de alho (picado)
1 ramo de cebolinho
sal q.b.
pimenta q.b.
1 pacote de natas (cerca de 200 ml)
2 ovos
200 g de queijo mozarela ralado («Mozzarella» em italiano.)
 

 




 


Modo de preparação:


 
1º) Fazer a «massa», assim:
  • Untar uma forma de tarte, circular, com fundo amovível, com a colher de sopa de azeite.
  • Colocar a farinha numa tigela grande e envolvê-la com os 0,5 dl de azeite. Depois juntar o ovo e a pitada de sal. Amassar tudo, juntando água aos poucos, até se obter uma massa maleável e bem ligada. Tender a massa e forrar a forma de tarte com ela.

2º) Fazer o «recheio de camarão», assim:
  • Num tachinho "grande", alourar, ao lume, a manteiga. Juntar-lhe o miolo de camarão, o alho picado e o cebolinho picado, até o camarão ganhar cor. Temperar com sal e pimenta.

3º) Acabar de preparar a «Tarte de Camarão», assim:
  • Espalhar o preparado de camarão sobre o fundo da forma da tarte, depois de reservar alguns camarões inteiros para a decoração da tarte.
  • Bater as natas juntamente com os 2 ovos e, depois, verter esta mistura sobre os camarões que estão no fundo da forma da tarte.
  • Polvilhar a tarte com o queijo ralado e levá-la ao forno, a 190 ºC, durante 25 a 30 minutos.
  • Desenformar a tarte assim que esta for retirada do forno, colocá-la num prato de servir e decorá-la a gosto, com os camarões que se reservou para esse efeito.
  •  
Nota: Se se desejar, pode-se decorar a parte do prato que fica sem tarte com meias rodelas de tomate.


 
Servir (de preferência ainda quente) e... apreciar!!!



Receita adaptada da da «Tarte de Camarão» da página 68 da revista «click in Gourmet)» «Especial Clássicos»,  acho que da Primavera de 2011


A Minha Massa de Camarões



Digo que é "Minha", pois é uma receita que eu fui criando/experimentando, até chegar a este ponto!


Em Outubro de 2010 participei num concurso da «Milaneza», com motivo do «Dia Mundial das Massas (25 de Outubro)»!!! Nesse concurso a «Milaneza» ia sortear 100 exemplares autografados do livro «As Minhas Receitas de Massas», do Chefe Vítor Sobral, com fotografias de Nuno Correia, da Editora «a esfera dos livros». (Participei no concurso a 24 ou já a 25.Outubro.2010.) E ganhei mesmo 1 dos 100 livros autografados!!! [Fiquei sem saber se fiquei em 98º lugar ou se fui a 98ª pessoa a participar, pois o meu nome era o 98º da lista de divulgação dos vencedores e a lista não estava ordenada por ordem alfabética, nem explicavam qual era o tipo de ordenação escolhido para a referida lista!!!] 





Este é um dos pratos de que gosto muito!!!



Ingredientes:
1 emabalagem de «Tagliatelle all Ouvo», da «Milaneza» (cerca de 500 g) [Ou «Fettuccine», da «Milaneza» (cerca de 500 g)]
1 "fio" de azeite
1 dente de alho
1 pitada de sal
2 colheres de sopa de manteiga
+/- 400 g de miolo de camarão, de preferência, já cozido
+/-  200 g de cogumelos (laminados ou para laminar)
+/-  200 g de ervilhas
1 cálice de Vinho do Porto (tinto)
1 pacote de natas (cerca de 200 ml)
sal q.b., se se desejar adicionar mais sal além do que já contém o miolo de camarão


Notas:
- As quantidades aqui indicadas, nesta receita, são para 4 pessoas que comam... benzinho!
- Se o miolo de camarão não estiver previamente cozido, terá que ser cozido.
- Eu não costumo adicionar mais sal, além do que já contêm os camarões.





Modo de preparação:


Colocar água numa panela "grande", para cozer a massa. Quando a água ferver, juntar-lhe o dente de alho (descascado), o "fio" de azeite e o sal (a gosto). Depois juntar-lhe a massa.


Quando a massa começar a ferver, levar uma panela larga e baixa (ou uma frigideira) ao lume. Colocar-lhe dentro a manteiga e assim que esta derreter, juntar-lhe os camarões, as ervilhas e os cogumelos (depois de lavados e bem escorridos). Deixar apurar e juntar-lhe o Vinho do Porto. Deixar apurar ainda mais e colocar-lhe as natas. Ir mexendo sempre até as natas ficarem um pouco espessas.


Entretanto, e assim que a massa estiver cozida, escorrê-la (e, se se quiser, retirar-lhe o dente de alho cozido) e juntar-lhe o preparado de camarões, ervilhas e cogumelos, envolvendo-os.


Servir quente e... apreciar!!!




Notas:
- Só se começa a fazer o preparado de camarões, ervilhas, cogumelos, Vinho do Porto e natas, assim que a massa começar a ferver, pois este é muito mais rápido de preparar do que a massa.
- Se se quiser pode-se não envolver o preparado de camarões, ervilhas, cogumelos, Vinho do Porto e natas, na massa, bastando servir este prato colocando o preparado sobre a massa. Se não se envolver e se sobrar é mais fácil aquecer e servir este prato.





Receita... minha!!!








domingo, 1 de julho de 2012

Quiche de Atum, Cogumelos, Milho, Cenoura e Ervilhas




Esta receita é dedicada à Ângela Fidalgo, que  foi quem... ma "deu"!!!

No ano lectivo de 2009/2010, eu, a Ângela Fidalgo, e outras colegas, acompanhamos os alunos de 7º Ano da "nossa" Escola, numa Visita de Estudo a Conímbriga, organizada pela Helga Barbosa (de História). Fizemos um picnic com tudo o que cada uma tinha levado. A Ângela levava uma deliciosa «Quiche de Atum, Cogumelos, Milho e Cenoura».

No ano lectivo de 2010/2011, nos dias 30.Junho.2012 (5ªf) e 01.Julho.2012 (6ªf),  eu, e outros colegas, acompanhamos os alunos de 5º e 6º Anos da "nossa" escola, numa Visita de Estudo a Lisboa e Oeiras, organizada pelo Basílio Silva. Como também íamos fazer um picnic no primeiro dia da Visita de Estudo, na noite anterior liguei à Ângela Fidalgo e pedi-lhe a receita desta «Quiche». Quem provou... gostou muito!!!



Ingredientes:


1 rolo de massa quebrada (com cerca de 230 g) previamente feita, ou a fazer, de acordo com, por exemplo, uma das seguintes receitas de «Massa Quebrada» que publiquei neste blogue:



1 cebola grande
1 dl (aproximadamente) de azeite
2 cenouras médias
150 g (aproximadamente) de milho (1 lata pequena)
185 g (aproximadamente) de cogumelos laminados (1 lata pequena)
150 g ervilhas
200 g (aproximadamente) de atum (1 lata pequena)
4 ovos
2 iogurtes naturais
1 pitada de sal
1 pitada de pimenta


Notas:
- Os ingredientes do "recheio" (cenouras, milho, cogumelos, ervilhas, atum, etc.)  podem ser colocados em quantidades ao gosto de cada um. Também se pode colocar menos ou mais ingredientes, conforme se preferir. Só é preciso ter cuidado para que não falte nem sobre demasiado "recheio".
- Pode-se usar/fazer molho béchamel para substituir o "molho" que se faz com os ovos, os iogurtes, o sal e a pimenta. Ou, se se preferir, pode-se utilizar natas de culinária.

Modo de preparação:


Ligar o forno a 200 ºC.

Descascar as cenouras, lavá-las e raspá-las.


Virar o azeite num tacho, de preferência, largo e não muito alto.


Descascar uma cebola, lavá-la e picá-la para dentro do tacho onde já se colocou o azeite.


Levar o tacho com o azeite e a cebola, ao lume e deixar a cebola refogar.


Assim que a cebola tiver refogado, juntar-lhe a cenoura raspada, o milho, os cogumelos laminados, as ervilhas, e o atum (já "partido" aos bocadinhos). Deixar que todos os ingredientes fiquem cozidos, mexendo de vez em quando.


Colocar, devidamente, a massa quebrada numa forma de tarte. Depois, picar a massa do fundo da forma, com a ajuda de um garfo.







Bater os ovos, juntamente com os iogurtes naturais, o sal e a pimenta, de modo a misturar tudo muito bem.


Colocar o preparado de azeite, cebola, cenoura, milho, cogumelos, ervilhas e atum dentro da forma de tarte, previamente forrada com a massa quebrada.


Espalhar o creme/preparado de ovos, iogurtes, sal e pimenta, sobre o preparado anterior, previamente colocado no interior da forma.


Levar a forma ao forno. Deixar cozer e alourar, até ficar... como gosta!


Assim que estiver pronta, retirar a «quiche» do forno.


Servir e... apreciar!!!


Nota: Esta «Quiche» tanto pode ser servida quente como não.


Receita da Ângela Fidalgo!







Massa Quebrada... para Salgados. (2)










A «Massa Quebrada» deve o seu nome à tendência que tem para se partir e ao aspecto que adquire depois de cozida. Isto é devido à maneira como é trabalhada, que deve ser rápida e leve. Os elementos que a compõem não são amassados, mas misturados uns com os outros.

A «Massa Quebrada» é, geralmente, composta por farinha, margarina, água e sal, podendo ainda levar ovos. A farinha utilizada é a de trigo.
Em pastelaria a «Massa Quebrada» é muito utilizada para bases de tartes, mas o seu uso mais generalizado é em "caixas" para salgados («patés», empadas, tartes/quiches, revestimento de aves, etc.).

Ingredientes:
Por exemplo:
250 g de farinha de trigo (+ farinha para polvilhar)
1 pitada de fermento em pó
1 pitada de sal
125 g de margarina «Vaqueiro»
1 ovo


Modo de preparação:

Peneirar a farinha com o fermento e o sal, formando um "monte", sobre a mesa ou sobre uma bancada, e abrir-lhe uma concavidade ao centro.
Deitar nessa concavidade a margarina cortada aos bocadinhos.
Trabalhar todos os elementos com uma espátula de metal ou com as pontas dos dedos, de modo a obter uma massa que se assemelhe a areia grossa.
Bater o ovo.

Abrir uma concavidade no preparado anterior e deitar aí o ovo batido.
Amachucar tudo rapidamente, moldar uma bola e deixar a massa descansar, tapada com um pano.
ATENÇÃO: Esta massa poderia ser preparada muito mais rapidamente se se colocasse todos os ingredientes numa tigela e se batesse tudo com uma batedeira eléctrica munida do batedor de ganchos. Depois de a massa estar batida, far-se-ia uma bola com ela, que depois se deixaria a repousar.

Estender a massa de modo a formar um rectângulo e que fique com uma espessura uniforme de menos de meio centímetro. Sempre que seja preciso, ao estender a massa, polvilhar a mesa ou a massa com um pouco de farinha para não "pegar", mas só a indispensável.





Utilizar... a gosto!!!

Notas:  Se a massa for para uma base de tarte salgada (ou «quiche»), estende-se a massa, com a ajuda de um rolo da massa, forra-se a forma com a massa, pica-se a massa do fundo da forma, com a ajuda de um garfo, reveste-se a massa com papel vegetal ou com folha de alumínio, enche-se a forma com feijão seco (ou ervilhas, ou pedrinhas), e leva-se a cozer ao forno.


Receita adaptada a partir da da «Massa quebrada» da páginas 19 do «Livro de bolos e bolinhos», do «Instituto Culinário da Margarina VAQUEIRO».

Massa Quebrada... para Salgados. (1)









A «Massa Quebrada» deve o seu nome à tendência que tem para se partir e ao aspecto que adquire depois de cozida. Isto é devido à maneira como é trabalhada, que deve ser rápida e leve. Os elementos que a compõem não são amassados, mas misturados uns com os outros.

A «Massa Quebrada» é, geralmente, composta por farinha, margarina, água e sal, podendo ainda levar ovos. A farinha utilizada é a de trigo.
Em Pastelaria a «Massa Quebrada» é muito utilizada para bases de tartes, mas o seu uso mais generalizado é em "caixas" para salgados («patés», empadas, tartes/quiches, revestimento de aves, etc.).





Ingredientes:

Por exemplo:
200 g de farinha de trigo (+ farinha para polvilhar)
100 g de margarina «Vaqueiro»
1 pitada de sal
1 dl de água


Modo de preparação:

Peneirar a farinha em monte, sobre a mesa ou sobre uma bancada, e abrir-lhe uma concavidade ao centro.
Deitar nessa concavidade a margarina cortada aos bocadinhos, e o sal.
Trabalhar todos os elementos com as pontas dos dedos, de modo a assemelharem-se a areia grossa, e adicionar a água de uma só vez.
Trabalhar rapidamente a massa, só para a unir.
Amachucar a massa («fraiser») 3 vezes e colocá-la a descansar, tapada com um pano.
Estender a massa de modo a formar um rectângulo e que fique com uma espessura uniforme de menos de meio centímetro. Sempre que seja preciso, ao estender a massa, polvilhar a mesa ou a massa com um pouco de farinha para não "pegar", mas só a indispensável.







Utilizar... a gosto!!!

Nota: Se a massa for para uma base de tarte salgada (ou «quiche»), estende-se a massa, com a ajuda de um rolo da massa, forra-se a forma com a massa, pica-se a massa do fundo da forma, com a ajuda de um garfo, reveste-se a massa com papel vegetal ou com folha de alumínio, enche-se a forma com feijão seco (ou ervilhas, ou pedrinhas), e leva-se a cozer ao forno.



Receita adaptada a partir da da «Massa quebrada» da página 36 do livro «O meu livro de PASTELARIA», de Francine Dupré, do «Instituto Culinário da Margarina VAQUEIRO».

sábado, 2 de junho de 2012

Empadão de Esparguete (com Carne de Guisar/Estufar)

Este é um dos meus "pratos" preferidos!!! (Se é que não é... o meu preferido!!!)

É um "prato" um bocadinho trabalhoso e moroso, para se fazer...

As quantidades aqui indicadas são as da receita "original." Eu quando o faço este "prato" coloco as quantidades dos ingrediente um  bocadinho... "a olho". E faço logo em quantidade que dê para 2 ou 3 refeições!!!


Ingredientes:
0,5 kg de esparguete
600 g de carne de guisar
100 g de margarina
1 cebola
1 dente de alho
1 ramo de cheiros, pequenino
1 dl de vinho branco
4 colheres de polpa de tomate
sal
pimenta
noz moscada
2 ovos cozidos, se se desejar
1 colher de sopa de pão ralado
12 azeitonas pretas
2 tomates pelados de conserva, ou tomate maduro (sem pele nem pevides)

Nota: Eu utilizo manteiga (ou margarina) para untar o «Pirex» ou o tabuleiro de ir ao forno no qual coloco o empadão. Eu não coloco nenhum raminho de ervas aromáticas. Não utilizo polpa de tomate nem tomates de conserva, "mas" apenas tomates maduros. Não coloco noz moscada no esparguete. Utilizo piri-piri na carne. Utilizo também queijo raspado, para polvilhar o empadão. Faço a receita com 2 ou 3 cebolas e com 5 a 7 dentes de alho, dependendo do tamanho das cebolas e do alho. Utilizo 5 a 8 tomates maduros, dependendo do seu tamanho. Uso mais do que 1 dl de vinho branco.




Modo de preparação:

Limpar a carne, e cortá-la em pedacinhos muito pequenos. Temperar os pedacinhos de carne com o sal, a pimenta e o vinho branco.

Picar finamente a cebola e o dente de alho e preparar o raminho de cheiros.

Colocar metade da margarina num tacho, juntar o alho e a cebola picados, e o ramo de cheiros, e levar ao lume a refogar. Logo que comece a alourar, juntar a carne, mexer bem e deixar continuar a refogar sobre o lume brando, durante mais 3 a 5 minutos, mexendo de vez em quando para não deixar "pegar". Juntar o restante vinho branco, a polpa de tomate e água em quantidade para atingir até 2 cm acima da carne. Deixar cozer em lume brando.

Entretanto, cozer o esparguete em água abundante, temperada com sal, aproximadamente durante 8 a 10 minutos, dependendo da espessura da massa. O esparguete não deve ficar muito cozido. Depois de cozido, escorrê-lo num passador, lavá-lo com jactos de água fria e deixá-lo escorrer.

Enquanto a carne vai cozendo, mexê-la uma vez por outra e acrescentar algum caldo ou água, se necessário. No final, deve-se ficar com molho à altura da carne, mas sem a cobrir. No final da cozedura da carne, rectificar os temperos.

Colocar a restante margarina num tacho largo e levar ao lume a aquecer. Juntar-lhe, de seguida, o esparguete (depois de bem escorrido), deixar aquecer, mexendo com um garfo, e temperá-lo, a gosto, com sal, pimenta e noz moscada.

Espalhar metade do esparguete num «Pirex» ou num tabuleiro de ir ao forno. Sobre esta camada de esparguete, espalhar a carne, retirada do tacho com a escumadeira, sem o molho. Se se desejar, cozer dois ovos cozidos, aos pedacinhos pequeninos, e espalhá-los sobre a carne. Espalhar o restante esparguete por cima da carne. Por cima desta última camada de esparguete, colocar o tomate cortado aos pedaços e as azeitonas (descaroçadas). Polvilhar com o pão ralado.

Levar o «Pirex», ou o tabuleiro de forno, com o empadão, ao forno forte, para secar, e alourar um pouco se for possível, 5 ou 10 minutos. Depois, retirar do forno.


Servir quente e... apreciar!!!

Notas: Os ovos cozidos podem ser dispensáveis. Para este prato podem ser utilizados aproveitamentos de carnes, criação ou carnes frias. Se o molho ficar muito aguado, liga-se com 1 colher de café cheia de farinha, que se dissolve em 2 colheres de sopa de água, e faz-se ferver o molho durante 1 minuto.










Como eu faço este «Empadão de Esparguete»:
- Preparo a carne, e corto-a aos "cubinhos", com cerca de 0,7 cm de aresta.
- Faço um refogado com azeite, cebola e alho (depois de picados finemente).
- Quando o refogado está pronto, ponho a carne de vaca a guisar e tempero-a, de imediato com sal e piri-piri. Assim que começar a secar muito, coloco vinho branco na carne.
- Pelo os tomates e corto-os em bocadinhos mais ou menos "grandes".
- Assim que a carne estiver a começar a ficar mais "apurada", junto-lhe o tomate cortado aos pedaços. Tapo a panela (ou o tacho) e deixo acabar de guisar/estufar a carne, lentamente, em lume "brando".
- Ponho 2 ovos a cozer.
- Ponho o esparguete a cozer em água a ferver, à qual junto, mesmo antes de introduzir o esparguete, um fio de azeite. Tempero com sal.
- Parto os ovos aos "cubinhos" muito pequeninos.
- Assim que a massa  de esparguete estiver cozida, viro-a para um escorredor e lavo-a por breves momentos em água fria, para lhe tirar a goma, apesar de quando se coze a massa com um fio de azeite ela não ficar com muita goma. Depois, volto a colocar o esparguete dentro da panela em que o cozi, junto manteiga (ou a margarina) e um pouco de pimenta e mexo bem, até dissolver a manteiga no esparguete e espalhar a pimenta e manteiga por toda a massa.
- Unto muito bem um «Pirex» (ou um tabuleiro de ir ao forno) com manteiga ou com margarina, de preferência não muito alto mas com "bastante" área na base.
- Espalho metade do esparguete cozido no fundo do «Pirex». Depois espalho a carne e os pedaços de tomate estufados, sobre este esparguete, retirando-os da panela com uma escumadeira, para que não levem molho. Por cima da carne e dos pedaços de tomate estufados, espalho os ovos cortados aos pedacinhos. Depois espalho por cima o restante esparguete cozido. A seguir espalho o molho de estufar a carne e os tomates sobre a última camada de esparguete. Polvilho com pão ralado e queijo raspado (como quem raspa cenouras). Espalho algumas azeitonas por cima, mesmo com caroço;
- Levo o «Pirex» ao forno, até alourar e derreter o queijo.
- Sirvo quente.

Notas: Quando sobra volto a aquecer no forno. A mim sobra-me sempre porque o faço em doses quase... industriais!!!  Eu ainda gosto mais dele aquecido!!!
Se se quiser fazer para guardar parte do empadão para outro dia, deve-se utilizar um recipiente que possa ir ao congelador,  e só se leva ao forno pouco antes do momento em que se quer servir, mas apenas depois de  esteter descongelado.








Receita adaptada a partir da do «Empadão de Esparguete» das página 4 e 5 da «TELEculinária e doçaria» n.º 71, de 05/04/1978, do Chefe António Silva, no 2º Volume (do número 53 ao 104).